O açaí sempre foi mais do que um ingrediente para quem vive e produz na Amazônia. O fruto faz parte da cultura, da economia, do território e do modo de viver. Ainda assim, por anos, foi alvo de biopirataria, apropriação indevida e tentativas de patente internacional que buscavam transformar o que é do Brasil em propriedade privada lá fora. Mas fica a pergunta: como algo que sempre foi brasileiro precisou ser reconhecido como brasileiro por lei?
Esse cenário muda agora. Em 8 de janeiro de 2026 foi sancionada a lei nº 15.330, que reconhece oficialmente o açaí como fruta nacional. A norma nasceu no Senado em 2011, foi aprovada pela Câmara no fim de 2025 e reforça soberania de bioma, conservação e valor gerado dentro do país. É um avanço que protege o fruto, o território e quem vive dele.
Para o JAH, essa conquista tem peso especial. A marca nasceu do açaí amazônico, respeitando origem, sabor e naturalidade. Em um mercado que diluiu o produto ao longo dos anos, o JAH mantém uma receita com cerca de 60% de fruta, enquanto boa parte das opções disponíveis no mercado fica abaixo de 30%. Na prática, significa mais Amazônia no copo, mais verdade no produto e mais história em cada colherada.
Além disso, o açaí sempre foi a essência do JAH, e continuará sendo. O que mudou foi o entendimento de que a marca agora cabe em outras categorias de produtos. Agora é simplesmente JAH, com o açaí como origem e código permanente.
A lei protege a origem, a cultura movimenta o mercado e marcas que respeitam território amplificam impacto real.
Quando o açaí é tratado com respeito, ganha o produtor, ganha a floresta e ganha quem consome. Esse ciclo importa.







